O Superior Tribunal de Justiça determinou a substituição da prisão preventiva de Dhieine Caminski e Andreis Vicente da Costa, investigados na Operação Falsa Emergência, que apura supostas irregularidades na contratação para gestão das UPAs de Palmas. A decisão é do ministro Reynaldo Soares da Fonseca e foi assinada nesta quarta-feira, 2 de setembro.
Os dois deixam a prisão, mas não terão liberdade plena: deverão usar tornozeleira eletrônica, não poderão frequentar prédios da Prefeitura, especialmente a Secretaria de Saúde, e terão restrições de contato com pessoas ligadas ao processo. Em caso de descumprimento, a prisão preventiva poderá ser restabelecida.
O entendimento do STJ considera, entre outros pontos, que ambos já foram afastados dos cargos públicos, reduzindo o risco de interferência na investigação. O processo envolve um contrato estimado em R$ 139 milhões para a gestão das UPAs da capital.







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